Com implementação da Add Value, a empresa reposiciona a infraestrutura como base estratégica para segurança, escala e crescimento multimodal

São Paulo, agosto de 2026 – A MRS Logística, uma das maiores operadoras de logística do Brasil, teve um ponto de virada de sua transformação digital com a profunda modernização da sua infraestrutura, com destaque para a migração de mais de 600 servidores em apenas 12 meses. O projeto, conduzido em parceria com a Add Value e baseado na tecnologia da Nutanix, reposicionou a TI da companhia como elemento central para suportar crescimento, segurança e novos modelos operacionais.

A MRS Logística é uma operadora ferroviária brasileira que administra 1.643 km de malha nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, conectando 107 municípios. A empresa conecta regiões produtoras e centros industriais aos principais portos da região Sudeste, movimentando cerca de 20% de todas as exportações do país. A decisão de migrar e modernizar seus servidores foi tomada justamente para enfrentar o desafio e criar uma arquitetura robusta que sustente sua operação.

“Com a expansão orgânica dos negócios, sempre pensamos dentro do nosso plano tecnológico em como elevar o nível de maturidade tanto da infraestrutura, quanto da segurança da informação, o que reforçou a necessidade de evolução da nossa base tecnológica”, afirma o CIO da MRS, Jean Prisco.

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A migração não foi apenas técnica, foi estratégica. Ao longo do processo, cerca de 10% das máquinas virtuais foram descontinuadas, eliminando redundâncias, reduzindo custos invisíveis e organizando o ambiente de workloads que já não traziam valor para o negócio. O resultado foi uma infraestrutura mais eficiente, padronizada e, principalmente, muito mais segura.

Nutanix como fundação de uma nova arquitetura híbrida

A adoção da plataforma da Nutanix permitiu à MRS consolidar uma arquitetura hiperconvergente, simplificando a gestão e aumentando a escalabilidade do ambiente. Com isso, a companhia passou a operar em um modelo híbrido pragmático, onde a decisão entre cloud e on-premise deixa de ser ideológica e passa a ser orientada por necessidade real de negócio.

Hoje, entre 15% a 20% dos workloads estão em nuvem, enquanto o restante permanece em um ambiente on-premise robusto — agora modernizado e preparado para suportar aplicações críticas com baixa latência.

“O nosso on-premises é muito robusto, com uma arquitetura resiliente e de alta criticidade operacional”, destacou João Brando, coordenador de Datacenter & Cloud. “A Add Value teve papel fundamental na execução da estratégia, atuando conjuntamente desde a redefinição da arquitetura até a implementação da migração em larga escala”, completa.

Com a nova base tecnológica, a MRS criou as condições necessárias para sustentar sua expansão para novos modais, como hidrovia e operação de terminais, movimentos que exigem maior capacidade de processamento, integração e inteligência distribuída. Segundo Thiago Spósito, sócio da Add Value, o sucesso do projeto esteve diretamente ligado ao alinhamento estratégico da MRS.

“A empresa estava muito convencida do que queria fazer. E foi este nível de clareza que reduziu resistências internas para colocar em prática um projeto dessa magnitude, e permitiu foco total na execução, acelerando prazos e maximizando resultados”.

A migração dos servidores foi o primeiro passo para viabilizar essa evolução. A partir dela, a empresa passou a operar com mais visibilidade, controle e capacidade de escalar operações digitais, incluindo uso de sensores e automação. Ainda, entre os planos futuros, a empresa estuda o modelo de edge computing para acelerar os ambientes distribuídos em .em vários pontos da MRS por todo o Brasil

“O projeto da MRS mostra bem como a modernização da infraestrutura de TI passou a ser uma decisão estratégica de negócio. Em uma operação logística dessa escala, que conecta cadeias produtivas, centros industriais e portos, a tecnologia precisa entregar segurança, previsibilidade e capacidade de crescimento sem aumentar a complexidade operacional.

Ao consolidar uma arquitetura híbrida com Nutanix, a MRS ganha uma base mais simples, resiliente e preparada para suportar cargas críticas, expansão para novos modais, automação e, futuramente, modelos distribuídos como edge computing. É exatamente esse o papel da nuvem híbrida moderna: dar às empresas liberdade para executar cada aplicação no ambiente mais adequado, com controle, eficiência e agilidade para sustentar a próxima fase do negócio”, afirma Leonel Oliveira, country manager da Nutanix Brasil.

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Sobre o Artigo:

Esse material foi publicado por Lucas Evaristo

Lucas Evaristo é Logístico e Cientista de Dados de formação superior, especialista em Gestão de Projetos e Operação Ferroviária. Estudante de Engenharia Civil e apaixonado por Ferrovia.

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